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	<title>Luis Molossi</title>
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	<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 17:58:40 +0000</pubDate>
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		<title>Políticas Concretas - Mais ação, menos conversa - A FAVEP em movimento</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 14:47:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Molossi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[ Acompanhamos recentemente uma série de fatos que dimensionam a atual crise na política italiana para os residentes no exterior: os crescentes cortes, ano após ano, nas verbas a eles destinadas em todos os setores, especialmente língua, cultura e assistência, supressão de cargo de dirigente escolástica (matéria publicada na Revista Insieme on line), possibilidade de extinção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><a href="http://www.luismolossi.com/wp-content/uploads/2010/07/favep-26.jpg"></a><a href="http://www.luismolossi.com/wp-content/uploads/2010/07/favep-legenda.jpg"></a><a href="http://www.luismolossi.com/wp-content/uploads/2010/07/favep-legenda1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-260" title="favep-legenda1" src="http://www.luismolossi.com/wp-content/uploads/2010/07/favep-legenda1-300x250.jpg" alt="favep-legenda1" width="185" height="151" /></a> Acompanhamos recentemente uma série de fatos que dimensionam a atual crise na política italiana para os residentes no exterior: os crescentes cortes, ano após ano, nas verbas a eles destinadas em todos os setores, especialmente língua, cultura e assistência, supressão de cargo de dirigente escolástica (matéria publicada na Revista Insieme on line), possibilidade de extinção do CGIE e até mesmo do COMITES - o que gerou um debate nacional sobre a possibilidade de renúncias dos distintos conselheiros em sinal de protesto - além das já difíceis tarefas que nós representantes destas comunidades temos em levar adiante políticas de manutenção dos vínculos dos italianos aqui residentes com suas origens em todos os setores.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span id="more-238"></span>De outra parte, temos a festejar o reconhecimento oficial dado pela &#8220;Regione Veneto&#8221; à FAVEP - &#8220;Federazione delle Associazioni Venete dello Stato del Paranà&#8221; - firmado em 16/12/2009, através do Decreto 90, mas que, devido às eleições regionais ocorridas no Vêneto em março último, determinou um período de acomodação e expectativa até que fosse composta a &#8220;Nuova Giunta Regionale&#8221; e, em especial, fosse designado o novo &#8220;Assessore ai Flussi Migratori&#8221;, agora já definido, cujo cargo coube ao Conselheiro eleito, agora secretário Daniele Stival. Confirmados os novos mandatários do Vêneto, coube-nos a confirmação da indicação do diretivo da FAVEP quanto ao cargo de &#8220;Consultore Veneto&#8221; para o Estado do Paraná, para os próximos 5 anos, o que ocorreu recentemente em relação à minha pessoa, motivo de grande alegria e ainda mais responsabilidade.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;">E como prova de que as pessoas devem ser lembradas por suas obras e não pelos discursos, em alguns meses de atividade oficial e reconhecida no Vêneto, já podemos contabilizar a aprovação de dois projetos que serão financiados pela Região do Vêneto e que estão em fase de implantação, bem como a FAVEP já pode proporcionar a participação de 2 (dois) jovens paranaenses em iniciativas relacionadas ao intercâmbio entre as comunidades vênetas existentes no exterior com o &#8220;Soggiorno Giovani dal Brasile nel Veneto&#8221;, havido entre 05 a 15 de junho de 2.010, onde participou a jovem de origem padovana Fernanda Velo Lopes e agora, entre 28 de junho a 07 de julho, em Bruxelas-Bélgica, o &#8220;V Meeting Giovani Veneti nel Mondo&#8221;, cujo jovem participante é Fabio Luiz Battiston Machioski, representante da Associação &#8220;Veneti nel Mondo de Colombo/Associazione Padre Alberto Casavecchia&#8221;.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;">Desejamos firmemente que os jovens entendam as novas oportunidades como um motivo para se integrarem cada vez mais nas suas atividades em prol das comunidades italianas novas e antigas e, aprendendo a serem multiplicadores de conhecimento e entusiasmo, sejam partícipes e responsáveis, com grande e nova energia, nas transformações que ainda virão.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><a href="http://www.luismolossi.com/wp-content/uploads/2010/07/pieg.jpg" target="_blank">Veja aqui o folder completo.</a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
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		<title>Le associazioni e la politica - Jan/2010</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 22:51:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Molossi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Le associazioni italiane all’estero non possono e non devono restare indifferenti ai profondi mutamenti che connotano questa fase della nostra storia a livello mondiale (20/01/2010)
Noi italiani residenti all’estero abbiamo il preciso dovere di concorrere in prima persona ai profondi cambiamenti politici, economici e sociali già in atto qui in Brasile come nel resto del pianeta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify">Le associazioni italiane all’estero non possono e non devono restare indifferenti ai profondi mutamenti che connotano questa fase della nostra storia a livello mondiale (20/01/2010)<br />
Noi italiani residenti all’estero abbiamo il preciso dovere di concorrere in prima persona ai profondi cambiamenti politici, economici e sociali già in atto qui in Brasile come nel resto del pianeta che, con progredire esponenziale, interesseranno anche i prossimi anni. <span id="more-208"></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Dobbiamo dunque porci nella migliore condizione possibile per interpretare dinamicamente il susseguirsi di nuove realtà, in modo tale da poter sfruttare al meglio le opportunità che via, via si presentiranno. Per conseguire tale scopo, non è affatto da escludere la possibilità di dover aggiornare il ruolo degli attuali dirigenti delle diverse associazioni italiane esistenti nel nostro paese.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Indiscutibilmente negli ultimi anni la tecnologia ha cambiato soprattutto il modo di comunicare e ciò, come in un “feedback”, ha modificato e continua a modificare significativamente i rapporti sociali ed economici unitamente alle loro sovrastrutture. Le numerose iniziative portate avanti dalle singole regioni italiane compresa la nostra, ovvero il Veneto, hanno senza dubbio contribuito a determinare nuove realtà, le quali devono essere reinterpretate sia, in primis, dai vecchi, sia dai nuovi dirigenti, in molti casi ancora legati ad impostazioni ormai obsolete. Secondo questa logica, diventa ineludibile la modernizzazione ed il riassetto ad ogni livello delle varie associazioni, aggiornare tutte le loro componenti è sinonimo infatti di una migliore diffusione della cultura italiana con i suoi valori intrinsechi. Con tutto ciò non dobbiamo però dimenticare l’importanza delle manifestazioni e degli eventi fino ad oggi realizzati in ambito associativo, atti a tener sempre vivo il legame con le nostre radici quindi con la Madre Patria; tali momenti ancora oggi, rappresentano un veicolo irrinunciabile per tramandare e diffondere in ogni direzione la tradizione e la cultura italiana. Ai nostri giorni ha ancora più senso, se possibile, rinforzare la memoria nei confronti di quelle ricorrenze popolari, in special modo a sfondo religioso, che tradizionalmente sono state e continuano ad essere un importante momento d’aggregazione e di comunicazione. Non certo in secondo piano va posta “La Cucina”, specchio di specifiche e molteplici condizioni sociali, economiche, climatiche e topografiche, relative ad altrettante realtà del nostro paese d’origine.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Divulgare tutto ciò concorre a stimolare l’immaginario di coloro che, lontani dalla patria dei propri avi, non hanno mai avuto un contatto diretto col “Bel Paese”, ne derivano quindi inedite interpretazioni, fucina di una nuova cultura anch’essa tutta italiana. Adesso però si rende prioritariamente necessario operare un salto di qualità, individuabile in un vero e profondo interesse in ambito politico, da vivere come momento principe nell’esercizio delle proprie libertà. Il contribuire attivamente e coscienziosamente alle scelte del proprio paese è sinonimo di cultura, una cultura con la “C” maiuscola. La politica inoltre è un mezzo indispensabile a far pesare la nostra entità d’italiani residenti all’estero. I non pochi riconoscimenti di cui godiamo sono anche il frutto di un impegno politico serio profuso negli ultimi anni da tutti coloro che abbiamo delegato a rappresentarci nel parlamento italiano. Ciò non deve assolutamente farci nel modo più assoluto “sedere sugli allori”, anzi, dobbiamo essere consapevoli che un sempre più crescente impegno politico da parte nostra equivale ad una sempre più ampia visibilità.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Il ritardo quindi i dubbi da parte di alcuni in ambito associativo a prendere una qualsiasi posizione politica sono più che giustificati, infatti la legge 459, quella, per intendersi, che ha reso possibile il voto agli italiani residenti all’estero, è in vigore solo dal 2001. Concordo nella maniera più assoluta che il trasformare le associazioni in partiti politici rappresenterebbe un errore gravissimo, le associazioni infatti hanno una funzione specifica e complementare a questi ultimi; rinunciare a queste vorrebbe dire fare a meno di una componente indispensabile alla vita democratica di un qualsiasi paese. Ciò però non esime assolutamente dal dibattito politico in ambito associativo; la politica infatti è uno strumento indispensabile a non perdere di vista una qualsiasi realtà sociale. Senza punti di riferimento oggettivi diventa impossibile una qualsiasi azione dalla purché minima efficacia, questo in qualsiasi ambito. La disaffezione ed il conseguente disinteresse nei confronti della politica è uno status del tutto antitetico alla funzione che le associazioni italiane si sono prefisse già al momento della loro istituzione, ovvero dare il proprio contributo alla società, prefiggendosi e lavorando per conseguire obiettivi reali e concreti, condivisibili, nel nostro caso, anche dai connazionali residenti in patria, attivando così una nuova dialettica, humus e catalizzatore per una società sempre più civile.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">È opportuno quindi ribadire che il voto, prima ancora che un diritto, è un dovere civico per ogni cittadino. La possibilità che oggi abbiamo di scegliere i nostri rappresentanti è frutto soprattutto del sacrificio di tanti nostri fratelli che, in molti casi ancora giovanissimi, hanno donato la loro vita per consentirci di vivere in una società migliore. Andare a votare prima di tutto è un dovere proprio nei loro confronti. L’essere grati a questi eroi, votando e facendo votare, equivale, oltre che a sentirsi, essere fattivamente ancora più italiani. Le associazioni, in qualità di componenti fondamentali di una qualsiasi società democratica, non possono che promuovere nella maniera più trasversale possibile il dibattito politico al proprio interno e al di fuori dell’ambito strettamente associativo, altresì queste non devono in alcun modo rappresentare un veicolo propagandistico al servizio esclusivo di determinati partiti o candidati. Ogni associazione, come già detto, ma è importante ribadirlo, in quanto tale non può che essere fisiologicamente plurale e pluralistica.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">A mio avviso è importante tenere presente che la più ampia partecipazione alla vita politica del proprio paese d’origine da parte degl’italiani residenti all’estero può rappresentare per l’Italia una grossa risorsa anche in termini economici. Una piena integrazione da parte di questi cittadini, grazie al contatto diretto con altri stati, consentirebbe al “Made in Italy” un consolidamento quindi una conquista di ulteriori nuovi mercati, facendo così assumere al nostro paese un ruolo sempre più da protagonista in ambito internazionale.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">In questo nuovo quadro il ruolo delle associazioni italiane diventa importantissimo. Integrare e promuovere il dibattito politico, senza rinunciare nel modo più assoluto alle funzioni fino ad oggi svolte peraltro egregiamente, significa ridurre in maniera più che significativa la distanza che ci separa da un’Italia sempre più nostra e più prospera, grazie anche ad un nostro rinnovato e sempre più crescente interesse per la sua vita politica.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">LUIGI MOLOSSI<br />
Consigliere Comites PR/SC<br />
Consultore Veneto PR<br />
Membro fondatore MAIE</p>
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		<title>Consulta Veneta 2009</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 22:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Molossi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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Nella Consulta Veneta novembro/2009 – Buenos Aires e Montevideo el avocato Luis Molossi, de Curitiba, par ricordar la imigrassion veneta nel Paraná, te la sua presentassion come Consultore Veneto davanti ai compagni de laoro el ga scrito e dito: Mèrica, Mèrica, Mèrica! Cossa sarala sta Mèrica! Che la sìpia na gran cucagna?! Cossita el se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.luismolossi.com/wp-content/uploads/2010/02/consulta-veneta-2009.jpg"></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.luismolossi.com/wp-content/uploads/2010/02/consulta-veneta-2009.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-206" title="consulta-veneta-2009" src="http://www.luismolossi.com/wp-content/uploads/2010/02/consulta-veneta-2009.jpg" alt="consulta-veneta-2009" width="145" height="200" /></a>Nella Consulta Veneta novembro/2009 – Buenos Aires e Montevideo el avocato Luis Molossi, de Curitiba, par ricordar la imigrassion veneta nel Paraná, te la sua presentassion come Consultore Veneto davanti ai compagni de laoro el ga scrito e dito: Mèrica, Mèrica, Mèrica! Cossa sarala sta Mèrica! Che la sìpia na gran cucagna?! Cossita el se domandea Nanetto Pipetta, quando el zè vegnesto in Brasile insieme a altri taliani, parché i volea vivere e laorar te un posto compagno a quelo che i ga lassà tel Italia. Come tanti fioi de imigranti veneti, anca mi son nascesto tea bea Nova Bassano-RS, fondata dal Prete Pietro Antonio Colbacchini che el zèra stà prima tea Colombo, cità colonia italiana e veneta vissina de Curitiba-PR, parché el gavea scominsià una question coi siuri dela Società Garibaldi, par robe che non ghe zè mia bisogno de parlar adesso, ma sicuro che iera par difendere i poareti coloni con chi il gà sempre laorà.</p>
<p><span id="more-203"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Adesso me pare che mi go fato la strada in drio, vegnendo stare quà vissin dea Colombo de Colbacchini e con tante cose in comun tea testa. Anche quando mi vao in Italia penso sempre de stare tornando in drio nel tempo come se fosse el pensiero del mio pupà, mio nono e tanti altri taliani. Anca mi go scominsià la vita là soto i vignai, pestando ua e bevendo vin dolse. Formaio, salame, polenta e radici no i ghe mancava mai. E quando vegnea sera, intorno el caldo del fogon, sempre na preghiera e qualche bea storieta. Non ghe iera mai miseria de laorar, ma tea testa se gavea na voia granda de studiar, de portar vanti qualcossa che nantri ghemo tel sangue. E semo ndai vanti, fin ricever la laurea. E dopo de laorar tanto, far documenti legali – quante question ghemo aiutà e ancora semo drio aiutare a risolver –, vardando sempre tea fàcia dei omini e done, sensa paura de gnente. Dopo de tuto ancora ghe iera bisogno de stare vissin ai nostri compagni, uniti par la lingua veneta e la tradission che gavemo obrigassion de mantener. E cossita studiando par ani “L’Italiano” par saver e star en condission de aiutar più ancora la nostra zxente, semo rivai sempre pi vissin. Quanta zxente buona ghemo cognocesto par strada in tanti viaji e riunioni de laoro, fin che zè arrivà la possilità de far caminare la FAVEP (Federazione delle Associazioni Venete del Paraná), che la zera belche fata ma ghe mancava tanta cosa par esser in ordine con la Regione Veneto. Laoro che ancora semo drio far e me ghà dato la possibilità de stare quà incó, insieme con valtri che, vegnisti de tanti parti del mondo, par fortuna, ancora podemo parlar in Veneto, roba che me fà gran piazere. Tea risposta del Dirigente Egidio Pistore, el dizea che mi gavea di “relazionare alla consulta e ai dirigenti dei comitati sui veneti del Paraná” e desso mi vui dirve qualcossa su sta bea storia dei Veneti dea nostra parte. E par chi, fursi, non capisse ben el Veneto, lo fao in Italiano:</p>
<p style="text-align: justify;">I VENETI NEL PARANÀ: (ITALIANO) L’emigrazione verso il Paraná, regione che in quel tempo faceva ancora parte dello Stato di São Paulo, venne regolamentata con la Legge Provinciale n.º 29, del 21/03/1855. L’intervento legislativo si rese necessario visto il sempre più impellente bisogno di mano d’opera, legato alla volontà da parte dell’impero portoghese di estendere la propria egemonia sui territori situati all’estremo sud del Brasile. Quest’azione era tesa a stabilizzare une delle zone più calde del paese. Infatti non da molto qui si erano conclusi alcuni conflitti e ribellioni, come ad esempio la guerra dei “Farrapos” che interessò Rio Grande do Sul e Santa Catarina. L’interesse a consolidare e ad assumere prima possibile il controllo di quei territori era prima di tutto dettato dal fatto che si trattava di zone di confine, sulle quali giravano molteplici interessi prevalentemente da parte dei governi spagnolo, uruguaiano ed argentino. Prioritariamente si ritenne necessario sviluppare un’economina prevalentemente agricola tale, almeno in una sua prima fase, da garantire la sussistenza degli abitanti, tenendo logicamente presente l’incremento demografico che ne sarebbe derivato. Parallelamente si andò ad investire sulle infrastrutture, concentrando gli sforzi sulla creazione di nuove vie di comunicazione quindi sulla ristrutturazione delle strade preesistenti; era infatti di fondamentale importanza agevolare il più possibile i contatti fra le varie comunità. Nella zona di Curitiba come del resto a Lapa, Ponta Grossa, Castro e Guarapuava vennero alla luce moltissime colonie fondate prevalentemente da: tedeschi, polacchi, svizzeri, inglesi, francesi e anche belgi; fino ad allora la componente italiana era numericamente trascurabile. Solo dal 1875 l’immigrazione nel Paranà da parte degli italiani assunse un aspetto consistente. La causa dell’incremento di questo flusso migratorio era individuabile in una profonda crisi economica, dovuta ai molteplici problemi, ad allora irrisolti, derivanti dalla recente unità d’Italia. I motivi per i quali moltissime persone individuarono nel Brasile il luogo dove andare a costruire il proprio futuro, sono dovuti in primis alla possibilità di possedere un pezzo di terra da coltivare, aspetto peculiare di una neonata giurisprudenza in materia d’immigrazione che al tempo rendeva questo paese ben più appetibile di altri. La prima Colonia Italiana del Parana risale alla prima metà degli anni 1870; questa fu chiamata “Alexandra”, e sorse in una zona prossima al “Porto de Paranaguá”. Il motivo di tale ubicazione è riconducibile al tentativo, purtroppo solo a parole, di ridurre al minimo gli oneri a carico degli immigranti italiani per la loro “sistemazione”. In realtà Sabino Tripoti, imprenditore legato contrattualmente al Presidente della Provincia, Venâncio José Lisboa, nonché fondatore della stessa Colonia Alessandra, lucrava e non poco sui suoi sventurati compatrioti che, spinti da una sempre più impellente indigenza, avevano dovuto lasciare il proprio paese. Per avere un’idea su quanto questo “signore” vessava i propri connazionali, basti pensare che il costo effettivo per la sistemazione di ogni singola persona ammontava all’epoca a cento lire, mentre lui se ne intascava candidamente 500. É noto inoltre che Tripoti abbia partecipato in Argentina alla fondazione delle colonie “Emilia” e “Ausonia”, situate rispettivamente a Santa Fé ed a Chaco, meritandosi le “attenzioni” della magistratura argentina oltre che di quella italiana, dovute sempre al comportamento vessatorio nei confronti degli emigranti, considerati da questo sant’uomo niente più che fonte di profitto. Come se tutto ciò non bastasse, la scelta di insediarsi nella zona di Paranaguá di lì a poco si dimostrò completamente sbagliata a causa di un terreno inadatto ad essere coltivato e di un clima troppo caldo per persone che erano abituate da generazioni al freddo degli altipiani veneti. Una volta resisi conto della situazione, molti pensarono addirittura di far ritorno in Italia, in quanto era completamente venuta a mancare la fiducia nei confronti delle promesse fatte a suo tempo dalle agenzie per l’emigrazione italiane. Fu così che per mano del Presidente della Provincia, Adolfo Lamenha Lins, il contratto fu annullato e fu fondata la colonia “Nova Italia” a Morretes, cittadina situata sempre vicina alla zona costiera. Fu proprio tale ubicazione a determinare un ulteriore fallimento, sempre da attribuire alla scarsa qualità del terreno oltre che alla difficoltà nel distribuire e conseguentemente a commercializzare prodotti quali la canna da zucchero, l’acquavite, il caffè, il mais ed i fagioli. I documenti dell’epoca riportano che la colonia era occupata da 800 famiglie e suddivisa in 610 lotti pressochè inutilizzabili a fini agricoli. Il 13/10/1892 Prete Pietro Antonio Colbacchini scrisse una lettera, specie di resoconto, al Presidente della Società Italiana di San Raffaele, responsabile dell’assistenza agli emigrati, dove lamentava la situazione d’estremo disagio, dovuta al caldo, ai parassiti, agl’insetti (soprattuto zanzare) nella quale si erano venuti a trovare i coloni. Oltre a tutto ciò il prelato, sempre nella medesima lettera, descrive sintomi quali: “stordimento al capo, languore di membra, inappetenza, svogliatezza, indolenza e quasi tedio della vita”. Fu così che moltissimi lasciarono la costa per raggiungere l’altopiano curitibano, soventemente andando ad insediarsi in colonie preesistenti, ubicate nelle zone limitrofe della capitale quali: Antonio Rebouças, Santa Maria do Novo Tyrol (colonia trentina), Campo Comprido, Murici, Inspetor Carvalho, Dantas (Água Verde), Santa Felicidade, Alfredo Chaves (Colombo) ed altre. Alcune comunità fecero subito proprie abitudini e costumi locali, mentre altre, prevalentemente quelle più decentrate, grazie ad un intregrazione più progressiva, riuscirono a mantenere ben vivi i legami con le proprie radici, non dimenticando la propria lingua e più in generale la propria cultura. L’organizzazione delle colonie seguiva normalmente delle regole molto semplici: veniva prioritariamente operata una suddivisione del terreno destinato alle attività economiche, quindi si andavano ad erigere in successione la chiesa, il cimitero quindi la scuola. L’economia di ogni singola comunità dell’epoca era di carettere prettamente rurale; la colonia doveva essere quasi del tutto autosufficiente stabilendo al proprio interno una sorta di organizzazione di carattere autarchico. Ecco che si allevava il bestiame, si coltivava della vite, ai legumi, agli ortaggi, si costruivano mulini per la produzione di farina di mais destinata, oltre che finire sulle tavole sotto forma di polenta, anche a diventare mangime per animali. Si tendeva inoltre a disbocare il più possibile, producendo così molto legname da destinare soprattuto ad un utilizzo edilizio, ed allo stesso tempo ottenendo nuovo terreno da coltivare. Infine, non mancavano ferriere e fabbri. Il Paranà copre una superficie pari ai 2/3 dell’Italia. Nel periodo della grande immigrazione il suo territorio era pressochè quasi totalmente ricoperto da foreste formate prevalentemente da pini (araucária). Il Prete Colbacchini, durante le sue lunghissime ed innumerevoli peregrinazioni, fece erigere ben 16 cappelle ed una grande chiesa. Quest’ultima fu costruita nel quartiere di “Santa Felicidade”, ad oggi, fra le zone a maggioranza italiana e, senza dubbio, une delle più conosciute e sviluppate dello stato paranaense. Non è assulutamente un caso che la principale via d’accesso, piena peraltro d’innumerevoli ristoranti e negozi, porti il nome di “Via Veneto” ed al proprio ingresso vi sia stato sistemato il famoso “Leone Allato”, simbolo per eccellenza dei Veneti. “Il campo è imenso. Faremo un corpo unico. Fonderemo una Congregazione religiosa, un seminário&#8230;” diceva Colbacchini ad alcuni amici sacerdoti di Vicenza, esortandoli a raggiungerlo in Brasile, alla fine del secolo XIX. È attualmente impossibile risalire a quanti prelati e quante famiglie siano giunte qui dal Veneto. Possiamo però sicuramente affermare che la presenza dei veneti in Paraná è ed è stata veramente rilevante sia in riferimento all’espetto prettamente demografico, sia e soprattuto per come quest’ultimi siano riusciti con il loro fondamentale contibuto a dare slancio allo sviluppo economico dello stato. Tengo a sottolineare che i veneti, grazie alla creatività e alla laborosità, qualità loro peculiari, si sono fatti valere analogamente anche in molte altre parti del mondo. La popolazione dello Stato del Paranà conta oggi col quase 40% di origine italiana, della quale, la maggior parte di veneti. Ancora oggi, in qualsiasi luogo lo s’incontri, un veneto, oltre che per il cognome, è riconoscibile per il suo inconfondibile accento, ciò a testemonianza di un ancora più che vivo legame con la propria cultura. La sfida della FAVEP – Federazione delle Associazioni Venete dello Stato del Paraná, ente di cui ho l’onore di far parte e da cui sono chiamato a ricoprire la carica di consultore, consiste nel sollecitare il senso d’appartenenza dei veneti con la propria origine. Questo sarà possibile se tutti noi c’impegneremo nel dare la maggiore visibilità possibile alle numerose iniziative di cui la Regione Veneto si sta facendo promotrice. Non potete immaginare il piacere ed allo stesso tempo la grande emozione che provo, stando qui a parlare con voi. Per concludere, visto che la lingua veneta in tutto il sud del Brasile diventa per legge lingua ufficiale, con tutto il mio orgoglio di veneto, voglio dirvi: “- MI SON TALIAN, ÒSTREGA!”</p>
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		<title>Palestra sobre política italiana em SP</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 11:41:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Molossi</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A comissão jovem do MAIE (Movimento Associativo Italiani all&#8217;Estero) formada por Bruno e Camila Meneghello, Eduardo Pavan, Keith e Karla Cheli e Fabio Comerlatto, com a Federazione delle Associazioni Venete dello Stato di San Paolo, organizou no sábado dia 31 de outubro, uma palestra sobre política italiana na Universidade São Judas Tadeu, com a participação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.luismolossi.com/wp-content/uploads/2009/12/dsc04072.jpg"><img class="size-medium wp-image-172 alignleft" title="palestra-maie-sao-paulo" src="http://www.luismolossi.com/wp-content/uploads/2009/12/dsc04072-300x225.jpg" alt="Palestra sobre política italiana em SP" width="300" height="225" /></a>A comissão jovem do MAIE (Movimento Associativo Italiani all&#8217;Estero) formada por Bruno e Camila Meneghello, Eduardo Pavan, Keith e Karla Cheli e Fabio Comerlatto, com a Federazione delle Associazioni Venete dello Stato di San Paolo, organizou no sábado dia 31 de outubro, uma palestra sobre política italiana na Universidade São Judas Tadeu, com a participação do Prof. Elias  Pozenato.<br />
Foram abordadas a política e a economia italiana atuais pelo Dep. Ricardo Merlo e também o sistema de previdência social italiana pelo Dr. Giuseppe Arena. O evento foi realizado inteiramente em italiano e ainda contou com a presença de alguns diretores nacionais do MAIE no Brasil, como Bruna Spinelli, Coordenadora Nacional, Gianni Boscolo, Claudio Pieroni e o coordenador MAIE do Paraná, Luis Molossi. <span id="more-171"></span><br />
Após a conclusão da palestra foi oferecido um coquetel aos presentes, bem como houve<br />
um encontro com o Cônsul da Itália em SP.”</p>
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		<title>Um Problema de  Calendário - Maneiras de contar os dias - Vêneto</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 16:58:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Molossi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de um longo e tenebroso “inverno” não somente ligado ao clima, mas ao grave problema de pancreatite que me levou a ficar 100 dias internado, passar por 3 (três) cirurgias e outras 3 (três) vezes pela UTI do Hospital da Cruz Vermelha de Curitiba, estou retornando aos poucos às minhas atividades, não esquecendo, primeiramente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.luismolossi.com/wp-content/uploads/2009/10/basilica-san-marco.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-159" title="basilica-san-marco" src="http://www.luismolossi.com/wp-content/uploads/2009/10/basilica-san-marco.jpg" alt="basilica-san-marco" width="400" height="224" /></a>Depois de um longo e tenebroso “inverno” não somente ligado ao clima, mas ao grave problema de pancreatite que me levou a ficar 100 dias internado, passar por 3 (três) cirurgias e outras 3 (três) vezes pela UTI do Hospital da Cruz Vermelha de Curitiba, estou retornando aos poucos às minhas atividades, não esquecendo, primeiramente, de agradecer a todos pelo apoio, pela paciência, pelas orações e, principalmente, pela confiança de que sairia dessa que sempre me passaram, mesmo nos momentos mais difíceis. Hoje completo 6 (seis) meses desde o primeiro internamento e, nada melhor que falar de clima e calendário para retornar ao trabalho, já que nestes 180 dias, tempo não me faltou para pensar na vida, especialmente nas pequenas coisas que valem tanto à pena. E quando o assunto é calendário, quase todos contam dias, meses e anos, sem perceber incongruências como as do nosso calendário quotidiano.</p>
<p><span id="more-158"></span></p>
<p>Nos dias de hoje já não se ensina mais nas escolas que na nossa antiga tradição vêneta o ano começava em 1º de Março e não em Janeiro como aprendemos. Realmente é esquisito e pouco compreensível que no nosso calendário o mês de Setembro seja o 9º mês do ano e não o sétimo como o nome está dizendo (Settembre), ou que Outubro seja o 10º mês e não o oitavo (Ottobre), que Novembro seja o 11º mês e não o nono (Novembre= Nonno) ou ainda que Dezembro seja o 12º mês e não o décimo (Dicembre = dieci). Nos parece inconcebível que o Ano Novo se inicie no inverno (hemisfério norte), a estação mais fria onde a natureza parece parar. O antigo costume vêneto respeitava o ritmo natural das coisas: o Ano Novo nasce com o alvorecer da Primavera, juntamente com a vida que se renova. Com esta simples explicação fica muito mais fácil entender o nome dos meses do nosso calendário. Infelizmente, por razões diversas, a escola e o governo italiano procuraram sempre meios para fazer cair no esquecimento de todos essa e outras nossas antigas tradições. Entretanto a tradição do Capodanno Veneto ainda resiste em alguns municípios vênetos, principalmente aqueles da Pedemontana del Grappa, onde podemos ver as fogueiras do Brusamarzo, que &#8220;queimam&#8221; o ano que finda.</p>
<p>Por sua vez, no Brasil, além da questão relativa à numeração dos meses, temos que pensar exatamente ao contrário, já que, quando na Europa começa uma estação quente aqui ocorre o contrário, afastando ainda mais o sentido dado aos nomes dos respectivos meses. Ou alguém pode explicar o significado dos nomes setembro, outubro, novembro e dezembro? Claro que isso não deve mudar a vida de ninguém, mas respeito às tradições é algo a ser preservado, especialmente quando se tem muito tempo para contar os dias. Então por que não fazê-lo da maneira correta?</p>
<p><a href="http://www.luismolossi.com/wp-content/uploads/2009/10/ombre.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-169" title="ombre" src="http://www.luismolossi.com/wp-content/uploads/2009/10/ombre.jpg" alt="ombre" width="415" height="604" /></a></p>
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		<title>La Polenta&#8230; - Fev/2008</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 09:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Molossi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Titulo: Magari la polenta non ci manchi mai.
Dopo aver letto che il Sig. Fumagalli, Presidente del Circolo Italiano de Brusque-SC, ha decretato la fine dell’era del “Pollo con Polenta”, basato sulla iniziativa del Ente da lui comandato, che intende selezionare candidati a 15 posti, più 3 utenti a partecipare di un corso “Master in Certificazione [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="texto">Titulo: Magari la polenta non ci manchi mai.</p>
<p class="texto">Dopo aver letto che il Sig. Fumagalli, Presidente del Circolo Italiano de Brusque-SC, ha decretato la fine dell’era del “Pollo con Polenta”, basato sulla iniziativa del Ente da lui comandato, che intende selezionare candidati a 15 posti, più 3 utenti a partecipare di un corso “Master in Certificazione di Processi Produttivi e Prodotti nel Settore Agro-Alimentare”, subito mi è venuto in mente cosa noi del Sud del Brasile abbiamo bisogno di imparare nei detti settori all’estero. Quest’argomento è stato bene analizzato dal Sig. Antonio Alberti, nel suo articolo presente nella Rivista Insieme – ed. Gennaio 2.008, il cui non voglio riproporre adesso.</p>
<p class="texto">Per caso dobbiamo smettere di mangiare pizza o pasta per dimostrare che siamo pronti ad sviluppare la nostra cultura o dare opportunità di studio o lavoro ai nostri giovani? Il popolo gaucho ha preso degli indios la bevanda chiamata mate (chimarrão) e l’ha trasformata in stendardo della sua cultura ed identità e sono anche orgogliosi di farlo in qualsiasi livello, ossia, tra ricchi o poveri. Una frase come questa è un grandissimo passo indietro, quando si parla tanto di rafforzare le caratteristiche che ci mettono assieme come popolo e cittadini di un paese, cercando di mantenere i legami con la nostra madrepatria.</p>
<p class="texto">Pollo con polenta è il piatto principale che viene servito nel Madalosso, il secondo più grande ristorante del mondo a numero di persone servite, nel nostro quartiere Santa Felicidade, a Curitiba e, anche se non è il piatto tipicamente italiano, come spesso fanno riferimento gli amici che intendono della gastronomia, è una ricetta che piace a tutti, visitatori locali o da ogni parte del mondo. A parte dello sfruttamento di questo cibo come attività commerciale – che indica un componente positivo della stessa – non credo che la condanna imposta al “Pollo con Polenta” sia il modo migliore di cominciare un nuovo tipo d’atteggiamento tra gli enti responsabili alla formazione dei nostri giovani, come se fosse legge dimenticare il passato per cominciare una nuova “era”. Nel 26 gennaio 2008, il Vescovo di Criciuma-SC, Dom Paulo de Conto, durante l’apertura del COMVESC 2008, dice ai presenti: “Dobbiamo pensare al passato, con i piedi al presente e con l’occhio al futuro”. Ancora è possibile ricordare Cervantes che dichiara: “La storia è il testimonio del passato, l’esempio del presente e l’avvertimento del futuro”.</p>
<p class="texto">E la polenta? Escludendo qualche sentimento contrario, i veneti sono orgogliosi della sua fama di “Polentoni”, questo perché durante più di un secolo è stata una delle basi della sua dieta quotidiana, portata anche nelle Americhe con l’emigrazione. Ad esempio del nostro grande Frate Rovilio Costa (Insieme Gennaio 2008, pag. 12/13), mangiando polenta, formaggio, salami, uova, radicchi e altri cibi meno ricordati, tanta gente ha potuto crescere, studiare, laurearsi più di una volta, come è successo a me, senza dimenticare le radici e le tradizioni famigliari italiane.<br />
Mio padre Angelo Molossi, chiamato “Angelin Cremonese”, durante i 15 anni che mi ha curato a Nova Bassano-RS, fin che sono partito per studiare a Curitiba, prima o dopo delle diverse polente che abbiamo preso insieme, mi disse più di 100 volte una cosa che penso non abbiamo bisogno dei fondi sociali europei per imparare: - Figlio: devi studiare, studiare, studiare. Più studio, più mi rendo conto dell’importanza della polenta, del pollo, delle danze folcloristiche, delle scuole medie, delle università, dei master, degli stage nelle grosse ditte, in fine, della cultura e vocazione imprenditoriale degli italiani che ci muove avanti dai primi passi e anche ci permette di studiare e fare una carriera professionale.</p>
<p class="texto">Oggi desidero insegnare l’italiano, aiutare i giovani italo-brasiliani di varie età a trovare un interscambio, un lavoro, una formazione professionale, una strada per la sua vita, ma che sia legata ai valori della famiglia, della fede cristiana e alle sue origini. E, se in mezzo a tante riunioni, incontri, aule e altre attività, ci capita una polenta con pollo, la prenderemo volentieri.</p>
<p class="texto">Molossi Luís.</p>
<p class="texto">Avvocato,</p>
<p class="texto">Membro del Comites PR/SC,</p>
<p class="texto">Professore di Italiano presso il CCI PR/SC</p>
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		<title>Às Associações - Fev/2008</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 09:03:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Molossi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Titulo: Carta às Associações.
ELEIÇÕES ITALIANAS 2.008
“Mudar é possível, Molossi deputado”
Prezados Eleitores,
Sou candidato ao Parlamento Italiano como Deputado na Chapa Movimento Associativo Italiani All’Estero, juntamente com Ricardo Merlo, único político italiano eleito na América Meridional em 2.006, não nascido na Itália.
A proposta do Movimento Associativo, de um projeto para os próximos vinte anos, veio ao encontro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Titulo: Carta às Associações.<br />
ELEIÇÕES ITALIANAS 2.008</p>
<p>“Mudar é possível, Molossi deputado”</p>
<p>Prezados Eleitores,</p>
<p>Sou candidato ao Parlamento Italiano como Deputado na Chapa Movimento Associativo Italiani All’Estero, juntamente com Ricardo Merlo, único político italiano eleito na América Meridional em 2.006, não nascido na Itália.<br />
A proposta do Movimento Associativo, de um projeto para os próximos vinte anos, veio ao encontro de todos os meus ideais e me fez aceitar de imediato o convite para esta eleição.<br />
Estamos comprometidos com os descendentes de italianos residentes no Brasil e na América do Sul, mantendo cada vez mais ativo o intercâmbio Brasil/Itália, certos de que ambos os lados serão amplamente beneficiados nesta troca.<br />
Neste projeto, queremos proporcionar aos jovens o acesso à língua, à cultura italiana, além de formação profissional nos mais diversos campos do conhecimento. Aos idosos implementar os programas sociais já existentes em outros países da América do Sul e a todos, Direitos Civis que envolvam desde a desburocratização e otimização de serviços consulares, até ao direito de transmissão de cidadania às mulheres nascidas antes de 1.948 e uma lei definitiva para o drama dos Trentinos.<br />
Peço apoio dessa associação à minha candidatura, seus componentes e afins, pois é nos movimentos criados e suportados pela sociedade civil (no nosso caso as associações de italianos presentes em todo o mundo), que encontramos modo de proporcionar à comunidade acesso à cultura, aos direitos onde o governo não é atuante.<br />
O prazo de campanha é curto, não sendo possível um contato mais próximo com todos os interessados nesta luta, mas posso garantir meu empenho nesta causa sempre forte e permanente.<br />
Agradeço a atenção e solicito o especial favor em fazer chegar aos associados nossa mensagem. Somos apaixonados pela italianidade e juntos poderemos trabalhar para avançar ainda mais.</p>
<p>LUIS MOLOSSI<br />
Candidato a Deputado pelo MOVIMENTO ASSOCIATIVO ITALIANI ALL’ESTERO CON MERLO.</p>
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		<title>Às Famílias - Fev/2008</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 09:03:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Molossi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Titulo: Carta às Famílias.
ELEIÇÕES ITALIANAS 2008
“Mudar é possível, Molossi deputado”
Prezados Eleitores, Famílias Italianas,
Sou candidato ao Parlamento Italiano como Deputado na Chapa Movimento Associativo Italiani All’Estero, juntamente com Ricardo Merlo, único político italiano eleito na América Meridional em 2.006, não nascido na Itália.
A proposta do Movimento Associativo, de um projeto para os próximos vinte anos, veio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Titulo: Carta às Famílias.</p>
<p>ELEIÇÕES ITALIANAS 2008</p>
<p>“Mudar é possível, Molossi deputado”</p>
<p>Prezados Eleitores, Famílias Italianas,</p>
<p>Sou candidato ao Parlamento Italiano como Deputado na Chapa Movimento Associativo Italiani All’Estero, juntamente com Ricardo Merlo, único político italiano eleito na América Meridional em 2.006, não nascido na Itália.<br />
A proposta do Movimento Associativo, de um projeto para os próximos vinte anos, veio ao encontro de todos os meus ideais e me fez aceitar de imediato o convite para esta eleição.<br />
Estamos comprometidos com os descendentes de italianos residentes no Brasil e na América do Sul, mantendo cada vez mais ativo o intercâmbio Brasil/Itália, certos de que ambos os lados serão amplamente beneficiados nesta troca.<br />
Neste projeto, queremos proporcionar aos jovens o acesso à língua, à cultura italiana, além de formação profissional nos mais diversos campos do conhecimento. Aos idosos implementar os programas sociais já existentes em outros países da América do Sul e a todos, Direitos Civis que envolvam desde a desburocratização e otimização de serviços consulares, até ao direito de transmissão de cidadania às mulheres nascidas antes de 1.948 e uma lei definitiva para o drama dos Trentinos.<br />
Peço apoio dessa família italiana à minha candidatura, seus componentes e afins, pois é nos movimentos criados e suportados pela sociedade civil (no nosso caso as associações e famílias de italianos presentes em todo o mundo), que encontramos modo de proporcionar à comunidade, acesso à cultura e aos direitos onde o governo italiano não é atuante.<br />
O prazo de campanha é curto, não sendo possível um contato mais próximo com todos os interessados nesta luta, mas posso garantir meu empenho sempre forte e permanente nesta causa.<br />
Agradeço a atenção e solicito o especial favor em fazer chegar aos vossos familiares nossa mensagem. Somos apaixonados pela italianidade e, juntos, poderemos trabalhar para avançar ainda mais.</p>
<p>LUIS MOLOSSI<br />
Candidato a Deputado pelo MOVIMENTO ASSOCIATIVO ITALIANI ALL’ESTERO CON MERLO<br />
www.luismolossi.com</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista Molossi e Iotti -Fev/2008</title>
		<link>http://www.luismolossi.com/entrevista-molossi-e-iotti-fev2008</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 09:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Molossi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Titulo: Iotti e Molossi, candidatos na chapa de Merlo, têm projetos para ítalo-brasileiros
CURITIBA – PR – O cartunista ítalo-brasileiro Carlos Henrique Iotti, criador de ‘Radicci” e “Genoveva” – espécie de estereótipos da grande comunidade de ‘oriundis’ no Sul do Brasil, é uma das novidades desta campanha para as eleições parlamentares italianas de abril. Candidato ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Titulo: Iotti e Molossi, candidatos na chapa de Merlo, têm projetos para ítalo-brasileiros</p>
<p>CURITIBA – PR – O cartunista ítalo-brasileiro Carlos Henrique Iotti, criador de ‘Radicci” e “Genoveva” – espécie de estereótipos da grande comunidade de ‘oriundis’ no Sul do Brasil, é uma das novidades desta campanha para as eleições parlamentares italianas de abril. Candidato ao Senado pela chapa do argentino Ricardo Merlo, ele confessa sua falta de afinidade com campanhas políticas mas, ao mesmo tempo, é até aqui o único candidato a propor uma corrente contra a maré: não só difundir e democratizar o ensino da lingua e da cultura italiana num país como o Brasil, com cerca de 30 milhões de ítalo-descendentes, mas, principalmente, levar a Roma e à Itália o que essa grande comunidade foi e é capaz de produzir e representar: “precisamos – diz ele - levar nossa cultura até a Itália”, pois “já é hora de mostrar o que se faz de novo em artes plásticas, música, teatro, literatura, nesse pedaço abençoado da América do Sul”.<br />
Assim como Iotti, de quem é conterrâneo, o advogado Luis Molossi, de Curitiba-PR, candidato a deputado também na chapa de Merlo, declara-se empolgado com o projeto proposto pelo argentino. “A proposta de um Movimento Associativo ‘Italiani all’Estero’ – diz Molossi - que envolve todo o nosso continente e com um projeto para os próximos 20 anos vem ao encontro de todos os meus ideais e me fez aceitar de imediato o convite para participar desta eleição.” Molossi, Segundo diz, ficou “entusiasmado” e aceitou o desafio. “Sabemos das dificuldades – acrescenta - mas a energia e confiança são tantas que não enxergamos obstáculos devido à clareza e objetividade das propostas”. Dentre suas propostas está a questão das “filas da cidadania” diante dos consulados italianos que operam no Brasil.<br />
Apresentamos, a seguir, as principais idéias dos dois candidatos, nos mesmos moles em que foram apresentadas as idéias dos outros dois ítalo-brasileiros que integram a chapa de Merlo, Janni Boscolo (Câmara) e Itamar Benedetti (Senado)</p>
<p><strong>Quem é Molossi?</strong><br />
MOLOSSI - Desde criança sempre convivi com as Comunidades Italianas emigradas. Até os meus 15 anos, em Nova Bassano-RS, éramos uma grande comunidade vêneta (Vicentini/Bellunesi/Trevisani e outros) e nossa família, de outra menor, Lombarda (Cremonesi), mas sempre houve um convívio harmônico. Depois, em Curitiba, muitos anos de estudo e formação profissional até que reencontrei a língua italiana, estudando-a a fundo até me tornar professor desde 2003, mesma época que obtive, sozinho, a cidadania italiana. Com a intensa participação nas atividades culturais e movimentos associativos houve a oportunidade de participar das eleições para o Comites em 2004, onde fui eleito com mais que o dobro de votos que imaginava receber dos eleitores do PR e SC. Parte de minha família permanece no RS onde mantenho uma pequena propriedade rural de modo a nunca dissolver o vínculo com minhas origens. E o Carlos Henrique Iotti é da mesma região que a minha, motivo do nosso imediato engajamento na campanha. Do Comites e dos inúmeros contatos com a Comunidade Italiana do Paraná e em todo o Brasil surgiram amizades como o Itamar Benedet que sempre foi um parceiro leal, o Boscolo que conheci em uma assembléia vêneta, assim como Oscar de Bonna e, por último o Ricardo Merlo, que tem o orgulho de ser o único político italiano eleito na América Meridional em 2006, não nascido na Itália. A proposta de um Movimento Associativo ‘Italiani all’Estero’ que envolve todo o nosso continente e com um projeto para os próximos 20 anos vem ao encontro de todos os meus ideais e me fez aceitar de imediato o convite para participar desta eleição.</p>
<p><strong>Quem é Iotti?</strong><br />
IOTTI - Sou jornalista formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atuo como chargista na ‘Zero Hora’ e ‘Pioneiro’ de Caxias do Sul. Em 1983 criei um personagem que me ligou de maneira indelével à comunidade italiana do sul do paÍs. Há 25 anos crio tiras diárias do ‘Radicci’ para esses jornais e mais outros de Santa Catarina e Paraná. Em 2006 fiz uma exposição na cidade italiana de Porto Viro e lancei a versão traduzida do ‘Demo Via’, a história da imigração italiana em quadrinhos. Para esse ano tenho a idéia de lançar um livro de quadrinhos em combinação com o jornalista Emanuelle Bellato, de Porto Viro. O convite do deputado Ricardo Merlo, foi uma grande surpresa , em um primeiro momento, e um grande desafio a ser encarado. Uma chapa associativa que busca a união dos diversos segmentos ligados ao italianos da América Latina é um grande projeto. Vamos em frente!</p>
<p><strong>Com que disposição aceitou o convite do deputado Ricardo Merlo para concorrer às próximas eleições?</strong><br />
MOLOSSI - Uma chapa mista, formada por candidatos comprometidos com os italianos residentes no exterior era a que melhor se ajustava às minhas idéias a respeito da situação dos italianos aqui residentes. Por este motivo, mesmo tendo sido sondado por outra chapa, mas conhecendo o Deputado Merlo, sua atuação em favor da comunidade italiana e o projeto que me foi apresentado, confesso que fiquei entusiasmado e aceitei o desafio. Sabemos das dificuldades, mas a energia e confiança são tantas que não enxergamos obstáculos devido à clareza e objetividade das propostas.<br />
IOTTI - Para falar bem a verdade, quando o Deputado Ricardo Merlo me fez o convite, achei que era alguma brincadeira. Num primeiro momento fiquei estático, contemplativo e pensativo. Jamais havia passado por minha cabeça me candidatar. Quanto mais ao Senado Italiano! Passado o susto, interado do grande projeto do Movimento Associativo ‘Italiani all’Estero’, que se movimenta como um monólito, sempre junto, resolvi aceitar a – como se diz no RS- essa empreitada. Procurarei compensar a falta de experiência e cacoete político por trabalho e dedicação. Não vou mudar meu jeito. Sou uma pessoa simples assim como o meu personagem. Evidente que é importante que as pessoas saibam diferenciar o criador e a criatura, mas sempre que possível vamos trilhar em paralelo essa caminhada. “ Fà pulito, Neno!”</p>
<p><strong>Que propostas e idéias vai defender?</strong><br />
MOLOSSI - Os pontos fundamentais da Lista Merlo são os mesmos que venho defendendo desde a campanha vitoriosa ao Comites, sendo que podemos dividí-los em três blocos distintos, porém interligados:<br />
• Jovens (acesso privilegiado à língua, cultura e esporte; cursos de formação profissional, estágios e intercâmbios; oriundos: inserção da grande massa de descendentes no ambiente cultural italiano, benefícios do Sistema Itália hoje e no futuro, também com o estímulo ao desenvolvimento de projetos para pequenas e médias empresas);<br />
• Solidariedade italiana (Programas sociais que beneficiem os italianos menos favorecidos; acesso a remédios e assistência sanitária aos mais velhos, como o cheque social já existente em outros países da América do Sul, menos no Brasil);<br />
• Direitos civis (Reforma e otimização dos serviços consulares, diminuindo as exigências burocráticas e as filas para obtenção da cidadania italiana; aprovação da Lei Merlo em tramitação para os direitos de transmissão de cidadania às mulheres nascidas antes de 1948 e uma lei definitiva para o drama dos Trentinos);</p>
<p>IOTTI - O Movimento já tem bandeiras que são empunhadas pelo Deputado Ricardo Merlo. O fim da discriminação das mulheres nascidas antes de 1948, que não podem transmitir a cidadania. A atenção aos pleitos dos descendentes de italianos com a situação precária dos Consulados e ao tempo excessivo de espera para a obtenção da cidadania. Mas minha dedicação maior será em relação à Cultura. Temos as Universidades Italianas, que deveremos ampliar convênios. Tanto em graduação e pós-graduação, principalmente nas área humanas, precisamos ampliar , e muito, a participação dos latinos, com atenção especial ao sul do Brasil, nessas universidades. A ampliação e democratização do estudo do italiano. Temos que pulverizar o ensino pois quando se estuda uma língua, também você mergulha nesse país. Por fim, precisamos levar nossa cultura até a Itália. Não falo apenas em corais cantando musicas da imigração. Nada contra os corais que cantam ‘Mérica, Mérica’, mas já é hora de mostrar o que se faz de novo em artes plásticas, música, teatro, literatura, nesse pedaço abençoado da América do Sul.</p>
<p><strong>Como pretende desenvolver a campanha e, tendo em vista a amplitude territorial (América do Sul), com que recursos, já que é uma chapa desvinculada de partidos políticos?</strong><br />
MOLOSSI - Com os meios disponíveis a todos os candidatos: Comunicações diretas com os eleitores pelos diversos canais disponíveis, apoio da comunidade que conhece nosso trabalho e propostas; visitas e reuniões com nossos contatos pelo Brasil e até em alguns países da América Latina.<br />
IOTTI - Farei do meu modo, com calma, sem atropelos e sem loucuras. Sou um neófito em campanha. Vou usar a internet, que é um meio rápido e democrático.</p>
<p><strong>Merlo tem, segundo anuncia, um projeto a longo prazo: um movimento ítalo-sul-americano. Conhece o projeto e em que consiste?<br />
</strong>MOLOSSI - O que é mais interessante nesta fase inicial da campanha é que confrontando as propostas do Movimento Associativo ‘Italiani all’Estero con Merlo’ e o nosso programa para o Comites 2004, quando fui eleito, temos uma identificação perfeita, cujos pontos já foram apresentados na resposta da pergunta 2 acima. A idéia de levar este movimento de integração e de longo prazo a todo o continente sul-americano foi decisiva para apoiar a iniciativa.<br />
IOTTI - Sem dúvida esse foi um aspecto decisivo quando aceitei. É um projeto que não termina na contagem das cédulas. Ao contrário, começa ali.</p>
<p><strong>Como vê, diante disso, a atividade dos Comites, do CGIE e dos parlamentares eleitos há dois anos, nas primeiras eleições em que participaram os italianos no exterior?</strong><br />
MOLOSSI - Todos sabem que os votos do exterior foram decisivos para a formação do Governo Prodi. E a lei eleitoral não facilitou nada, dando muita importância aos partidos menores. O custo foi a queda. Falando dos políticos eleitos no exterior, era de se esperar acertos e erros pois tratou-se de uma experiência inédita, com grandes riscos. Posso dizer que o Merlo foi muito atuante, não se furtando às suas responsabilidades, superando qualquer expectativa. De qualquer modo, acho positivo, pois finalmente as discussões chegam mais vivas ao CGIE e aos Comites e até à própria comunidade, mas ainda há muito que fazer. Grande parte dos italianos no exterior não sabem o que está acontecendo e ainda serão necessários alguns anos até que os mesmos se acostumem com esta nova realidade. Creio na revitalização dos Comites e do CGIE pois, com apenas 2 senadores e 3 deputados (no nosso continente) muitos líderes capazes e preparados ficarão de fora, mas continuarão dando sua contribuição à política em seu território e com sua comunidade.<br />
IOTTI - Como já afirmei, sou um novato. Estou chegando agora e vou procurar estar informado sobre a revitalização dos Comites, que fazem essa interface com a Itália. Temos muito a caminhar nessa estrada.</p>
<p><strong>Outras considerações que queira fazer:</strong><br />
MOLOSSI - Uma das conseqüências da lista Merlo já está sendo sentida: houve uma grande surpresa junto às lideranças que se sentiam únicos postulantes a qualquer que fosse o cargo representativo da comunidade italiana, seja no Brasil ou qualquer outro país do continente. Todos falavam em “unir as forças”, mas isso somente se fosse em seu favor, sem risco de perder terreno. Nosso grupo propõe um Movimento Associativo em toda a América Latina, com as propostas que já foram explicitadas aqui. Trata-se de um projeto para o futuro, com a certeza de sua continuidade na próxima eleição, que, para nós, será apenas uma etapa a ser superada. Ao contrário do que muita gente vem falando a respeito de divisão no Brasil para beneficiar a Argentina, lembramos que estamos falando de eleições Italianas, e nosso movimento visa integrar os italianos do continente sul-americano e não dividi-los. “Alea jacta est”.<br />
IOTTI - Não esperem um candidato tradicional ao Senado. Sou um cartunista e humorista, mas tenho a convicção que nós humoristas somos pessoas muito sérias. Não pretendo fazer bobagem, mas faremos tudo com bom humor.Tenho propostas sérias assim como é forte o Movimento Associativo. Muitas coisas estão mudando, sinto essa brisa que começa a levantar as folhas do chão. São os ventos da mudança. Hora de embarcar e enfunar as velas. “La nave và e nessuno la fermerà! Avanti!”</p>
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		<title>Legge 153 - Mai/2007</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 07:41:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Molossi</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Titulo: Suggerimenti per la riforma della LEGGE 153.
Qualsiasi sia l’assetto organizzativo su cui si vuole sviluppare l’intervento scolastico e formativo dello stato italiano all’estero la prima emergenza su cui intervenire, il primo problema da risolvere, è quello della precarietà di funzionamento connessa alla costante incertezza delle risorse finanziarie, ed umane, con cui operare.
È cioè necessario [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Titulo: Suggerimenti per la riforma della LEGGE 153.</p>
<p>Qualsiasi sia l’assetto organizzativo su cui si vuole sviluppare l’intervento scolastico e formativo dello stato italiano all’estero la prima emergenza su cui intervenire, il primo problema da risolvere, è quello della precarietà di funzionamento connessa alla costante incertezza delle risorse finanziarie, ed umane, con cui operare.<br />
È cioè necessario superare il sistema della decretazione annuale delle risorse destinate alle attività scolastiche e formative all’estero, sostituendolo con la pianificazione pluriennale.<span id="more-97"></span><br />
Solo così sarebbe possibile da un lato risolvere i problemi nei rapporti con le istituzioni scolastiche dei paesi in cui operiamo e con l’utenza, legati all’incertezza delle risorse e ai ritardi nell’assegnazione delle stesse, dall’altro garantire la razionalità del loro impiego. Nello stesso tempo la possibilità di introdurre una pianificazione pluriennale permetterebbe di de-precarizzare anche le condizioni di lavoro del personale docente e di migliorarne lo status salariale e normativo.</p>
<p>Quanto all’assetto organizzativo, secondo l’esperienza di questi ultimi anni indica come sia ormai urgente riordinare il sistema ibrido di intervento pubblico-privato che si è consolidato in questi anni. In particolare nella gestione dei corsi di Lingua e Cultura è necessario superare il sistema bifronte, che vede una separazione delle responsabilità didattiche e gestionali. Lo schema su cui questo assetto – al di là dell’emergenza finanziaria - era stato pensato, ovvero l’idea secondo cui la compresenza di docenti MAE unitamente a insegnanti nominati dagli enti gestori in ambito locale, dovrebbe permettere la completezza dell’offerta formativa, partendo dall’assunto che questa garantirebbe sia il rapporto con l’evoluzione del nostro paese (di cui dovrebbero essere portatori i docenti provenienti dall’Italia), sia l’integrazione nella realtà locale (di cui dovrebbero essere mediatori i docenti assunti localmente), mostra tutti i suoi limiti.<br />
A fronte dell’evoluzione anagrafica e delle trasformazioni socio – culturali avvenute negli ultimi vent´anni nelle nostre comunità (le nuove generazioni che accedono ai corsi di lingua e cultura sono nate e cresciute all’estero, parlano con sufficiente competenza, e spesso come prima lingua, gli idiomi locali ed hanno pienamente acquisito usi e costumi del luogo), non più tese al rientro ma ormai stabili ed integrate, non è più possibile percepire l’intervento scolastico e formativo all’estero, come un’estensione del sistema scolastico italiano. I corsi sono rivolti sempre di più ad pubblico per cui l’apprendimento della lingua italiana richiede metodologie proprie dell’insegnamento e apposite modalità di certificazione. In secondo luogo, nel tempo ha acquisito un’importanza crescente il rapporto con il contesto scolastico e culturale locale, che è garantito dal personale assunto in loco, dagli enti gestori e dai comitati genitori. Al terzo punto si indica l’aumento delle consistenti difficoltà a reclutare personale docente di ruolo da impiegare in alcune aree linguistiche, in particolare in quelle germanofone.</p>
<p>Luigi Molossi – Cons. COMITES PR/SC</p>
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